quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O frio que vem de dentro

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam de esperar até o amanhecer pelo socorro.

Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo se apagasse, eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse.

Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de sobreviverem.

O primeiro homem era um racista.

Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura.

Então ele raciocinou consigo mesmo:

– Aquele negro! Jamais darei a minha lenha para aquecer um negro.

E guardou-as, protegendo-as dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento.

Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida.

Olhou ao redor e viu no círculo em torno do fogo bruxuleante um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.

Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:

– Eu, dar a minha vida lenha para aquecer um preguiçoso?

O terceiro homem era o negro.

Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático:

– É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era o pobre da montanha.

Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.

Ele pensou:

– Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.

O quinto homem parecia alheio a tudo.

Era um sonhador. Olhava fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.

O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido:

– Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira cobriu-se de cinzas e finalmente se apagou.

Ao alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:

– O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Macarrão com creme de leite rápido e gostoso

Meninas podem confiar ficou Maravilhoso e melhor de tudo rápido ,sabe aquele prato que te salva quando chega uma visita inesperada pro almoço,foi assim que aprendi e deu certo rsrsrs

Beijos espero que gostem

Macarrão com creme de leite rápido e gostoso

Carne moída

1 lata de milho verde

1 lata de molho de tomate

1 lata de creme de leite

Coloca-se a carne moída temperada no fogo,

Antes de retirá-la do fogo coloca-se o milho verde,

Depois de tirá-la do fogo coloca-se o creme de leite e o molho de tomate

Pega-se o macarrão refogado na manteiga, depois misture todos os ingredientes ao macarrão

Se quiser colocar no forno é só untar a forma com manteiga e colocar queijo ralado por cima da macarronada

Levar ao fogo por alguns minutos

Pronto está ai fácil rápido e delicioso!!

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