sábado, 6 de fevereiro de 2016

Repelente Caseiro contra Zica vírus, Dengue,e chikungunya



Olá meninas,com essa epidemia de zika vírus ,quem nunca ficou grilada ou foi dormir preocupa 
ou ate perdeu noites de sono,preocupa com a gravidez filhos e ate com si próprio!
E com essa escassez de repelente a base de icaridina,que é o mais indicado para criança e gestante!
Parece que sumiu das prateleiras das farmácias!
E os outros repelentes a base de DEET,não dá pra usar 24hs por dia,não apenas pelo valor mas pelo acumulo das substancias ao longo dos dias meses e anos, não sabemos até quando vai esta epidemia!
Então o jeito foi recorrer as antigas dicas dos nossos avos,
Receitas caseiras!
 e dentre algumas que experimentei a que surtiu maior efeito contra pernilongos foi a de cravo da índia 
Também conhecida como "Repelente dos pescadores"
devido ao ácido eugênico extraído da semente do cravo da índia, 
a partir do qual se consegue obter um aroma ativo que protege contra a picada do mosquito
Esse aroma atrapalha o mosquito a sentir o cheiro da pele humana, interferindo na orientação do inseto 
Estou usando em casa a algumas semanas 
e deixando o repelente para usar em locais públicos, viagens e áreas endêmicas!
Espero que gostem também! 
Aguardo seus comentários!
Beijocas 


Aprenda a fazer

Ingredientes:

100 ml álcool
1/2 pacote de cravo da índia (5 gramas)
50 ml de óleo para pele

Modo de preparo:

Deixe o cravo curtindo no álcool durante uns quatro dias, agitando pela manhã e à tarde.
 Depois coe, misture o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera).
 Passe nos braços e nas pernas.






ZIKA VÍRUS !! VILÃO DO SÉCULO? SAIBA MAIS !!



O que é a febre pelo vírus zika?


É uma doença viral aguda, transmitida principalmente por mosquitos, tais como Aedes aegypti, caracterizada por exantema maculopapular pruriginoso, febre intermitente, hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, dor nas articulações, dor muscular e dor de cabeça. Apresenta evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias.


Qual a distribuição da doença?


O vírus zika foi isolado pela primeira vez em primatas não humanos na Floresta Zika, em Uganda, em 1947. Esse é o motivo para a denominação. De 1951 a 2013, evidências sorológicas em humanos foram notificadas em países africanos (Uganda, Tanzânia, Egito, República da África Central, Serra Leoa e Gabão), asiáticos (Índia, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e Indonésia) e da Oceania (Micronésia e Polinésia Francesa). Nas Américas o vírus zika somente foi identificado na Ilha de Páscoa, território do Chile no Oceano Pacífico a 3,5 mil km do continente, no início de 2014.
O zika é considerado endêmico no leste e oeste do continente africano. Evidências sorológicas em humanos sugerem que, a partir do ano de 1966, o vírus tenha se disseminado para a Ásia.
Atualmente há registro de circulação esporádica na África (Nigéria, Tanzânia, Egito, África Central, Serra Leoa, Gabão, Senegal, Costa do Marfim, Camarões, Etiópia, Quênia, Somália e Burkina Faso), Ásia (Malásia, Índia, Paquistão, Filipinas, Tailândia, Vietnã, Camboja, Índia e Indonésia) e Oceania (Micronésia, Polinésia Francesa, Nova Caledônia e Ilhas Cook). Casos importados de zika vírus zika foram descritos no Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos, Austrália e Ilha de Páscoa.


Como é transmitida?


O principal modo de transmissão descrito do vírus é por vetores. No entanto, está descrita na literatura científica a ocorrência de transmissão ocupacional em laboratório de pesquisa, perinatal e sexual, além da possibilidade de transmissão transfusional.


Quais são os principais sinais e sintomas?


Segundo a literatura, mais de 80% das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clínicas, porém quando presentes são caracterizadas por exantema maculopapular pruriginoso,
febre intermitente,hiperemia conjuntival não purulenta e sem prurido, artralgia, mialgia e dor de cabeça e, menos frequentemente, edema, dor de garganta, tosse, vômitos e hematospermia. Apresenta evolução benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente após 3 a 7 dias. No entanto, a artralgia pode persistir por aproximadamente um mês.

Recentemente foi observada uma possível correlação entre a infecção por zika e a ocorrência de Síndrome de Guillain-Barré (SGB) em locais com circulação simultânea do vírus da dengue, porém não confirmada a correlação.


Qual o prognóstico?


Em suma, vem sendo considerada uma doença benigna, na qual nenhuma morte foi relatada e autolimitada, com os sinais e sintomas durando, em geral, de 3 a 7 dias. Não foram descritas formas crônicas da doença.
Há tratamento ou vacina contra o vírus zika?Não existe tratamento específico. O tratamento dos casos sintomáticos recomendado é baseado no uso de acetaminofeno (Paracetamol) ou Dipirona, para o controle da febre e manejo da dor. No caso de erupções pruriginosas, os anti-histamínicos podem ser considerados. No entanto, é desaconselhável o uso ou indicação de ácido acetilsalicílico e outros drogas anti-inflamatórias em função do devido ao risco aumentado de complicações hemorrágicas descritas nas infecções por síndrome hemorrágica como ocorre com outros flavivírus.
Não há vacina contra o vírus zika.
Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde, mesmo após a identificação do vírus zika no país há regiões com ocorrência de casos de dengue e chikungunya que, por apresentarem quadro clínico semelhante, não permitem afirmar que os casos de síndrome exantemática identificados sejam relacionados exclusivamente a um único agente etiológico.
Assim, independentemente da confirmação das amostras para vírus zika, é importante que os profissionais de saúde se mantenham atentos frente aos casos suspeitos de dengue nas unidades de saúde e adotem as recomendações para manejo clínico conforme o preconizado no protocolo vigente, na medida em que esse agravo apresenta elevado potencial de complicações e demanda medidas clínicas específicas, incluindo-se a classificação de risco, hidratação e monitoramento.


Como evitar e quais as medidas de prevenção e controle?


As medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue e da chikungunya. Não existem medidas de controle específicas direcionadas ao homem, uma vez que não há vacina ou drogas antivirais.
Prevenção domiciliarDeve-se reduzir a densidade vetorial, por meio da eliminação da possibilidade de contato entre mosquitos e água armazenada em qualquer tipo de depósito, impedindo o acesso das fêmeas grávidas por intermédio do uso de telas/capas ou mantendo-se os reservatórios ou qualquer local que possa acumular água, totalmente cobertos. Em caso de alerta ou de elevado risco de transmissão, a proteção individual por meio do uso de repelentes deve ser implementada pelos habitantes.
Individualmente pode-se utilizar roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos. Essas roupas podem proporcionar alguma proteção contra as picadas dos mosquitos e podem ser adotadas principalmente durante surtos, além do uso de repelentes na pele exposta.


Prevenção na comunidade


Na comunidade deve-se basear nos métodos realizados para o controle da dengue, utilizando-se estratégias eficazes para reduzir a densidade de mosquitos vetores. Um programa de controle da dengue em pleno funcionamento reduzirá a probabilidade de um ser humano virêmico servir como fonte de alimentação sanguínea e de infecção para Ae. aegypti e Ae. albopictus, levando à transmissão secundária e a um possível estabelecimento do vírus nas Américas.
Os programas de controle da dengue para o Ae. aegypti, tradicionalmente, têm sido voltados para o controle de mosquitos imaturos, muitas vezes por meio de participação da comunidade em manejo ambiental e redução de criadouros.


Procedimentos de controle de vetores


As orientações da OMS e do Ministério da Saúde para a dengue fornecem informações sobre os principais métodos de controle de vetores e devem ser consultadas para estabelecer ou melhorar programas existentes. O programa deve ser gerenciado por profissionais experientes, como biólogos com conhecimento em controle vetorial, para garantir que sejam usadas recomendações de pesticidas atuais e eficazes, incorpore novos e adequados métodos de controle de vetores segundo a situação epidemiológica e inclua testes de resistência dos mosquitos aos inseticidas.


Como denunciar os focos do mosquito?


As ações de controle são semelhantes aos da dengue, portanto coordenadas principalmente para a esfera municipal. Quando o foco do mosquito é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores de um determinado local a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada.
O que fazer caso apareçam os sintomas de febre pelo vírus zika?Procurar o serviço de saúde mais próximo para receber orientações.


Fonte: Ministério da Saúde

Cartilha do Ministério da saúde sobre Zika vírus!!




Cartilha do Ministério da saúde sobre Zika vírus!!








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